Página Inicial Data de criação : 07/08/02 Última actualização : 08/09/12 01:07 / 36 Artigos publicados

Tai Chi Chuan  (Artes Marciais) Inserido Monday 13 August 2007 12:37

Aquele que pratica regularmente Tai Chi Chuan consegue atingir a flexibilidade de uma Criança a força de um lenhador e a tranquilidade de um sábio.

O Tai Chi Chuan, tal como o Qigong, é executado através de movimentos lentos unindo o corpo e o espírito em perfeita harmonia.

Esta arte e considerada pelos chineses como um Tesouro Nacional igual ao yoga na Índia. Eles oferecem a humildade como uma jóia de valor internacional.

O Tai Chi Chuan e utilizado actualmente com fins terapêuticos para fortalecimento da saúde, uma ajuda comodista a uma vida saudável e equilibrada.

4 Regras Básicas na prática do Tai Chi:

DELIGENCIA, PERSEVERANÇA, RESPEITO, E SINCERIDADE.
Qigong «energia», e Gong, «trabalho» fazem parte da medicina chinesa segundo a qual ele é uma continuação do fluxo da energia vital do homem.

Na actualidade o Chi Kung ( Qigong ),além de ser uma arma de extrema importância para combater os desequilíbrios físicos e psíquicos, ajudam as pessoas no campo da saúde, é também utilizado para ajudar os desportistas a melhorar o seu rendimento. È também utilizado nas escolas como meio de melhorar a concentração e a memória dos estudantes.

OBJECTIVOS: Aplicação terapêutica ao nível da regulação do Biorritmo, Postura, Respiração, e Movimento.

 

Horários:

4ª das 19:30 - 20:30

6ª das 18:30 - 19:30

 

Preçário:

Inscrição : € 15,00

Mensalidade : 1x € 25,00 // 2x € 32,00

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Shorinjikempo  (Artes Marciais) Inserido Monday 13 August 2007 12:34

O Shorinjikempo, mais do que uma arte marcial ou um conjunto de Técnicas elaboradas para permitir o combate, é uma filosofia de vida.


O seu fundador, Kaiso So Doshin (cujo nome de família era Nakano Michiomi), foi instruído em artes marciais pelo seu avô enquanto criança, tendo ainda em jovem viajado para a Manchúria (China), na altura ocupada pelo Exército Imperial Japonês. Aí, enquanto militar ao serviço da sua pátria, aprendeu diversas artes marciais chinesas e entrou em contacto com filosofias diferentes daquelas que lhe haviam sido ensinadas no Japão.


Era o tempo da 2ª Guerra Mundial. O Japão foi humilhantemente derrotado pelos Estados Unidos em 1945, com o lançamento de duas bombas atómicas e a posterior invasão do território com tropas.


Os valores ocidentais dos Americanos eram, no entanto, muito diferentes da tradição japonesa. As constantes violações de direitos humanos por parte do exército ocupante, a não compreensão por esse exército do modo de vida japonês e a própria escassez de alimentos e condições de subsistência fizeram com que, em apenas alguns meses, a população japonesa se transformasse por completo.


A prostituição, os roubos e outra criminalidade eram uma constante no Japão de 1947, altura em que So Doshin regressou á sua aterra natal, após várias peripécias para conseguir escapar ao Exército Vermelho, depois da invasão pelos Soviéticos da Manchúria.


O nosso Fundador encontrou a terra que conhecia, mas as pessoas e os comportamentos que via não eram aqueles que esperava e tinha visto na sua infância. Analisou à luz dos seus conhecimentos e crenças filosóficas as causas da situação em que se encontrava o seu país e formulou a frase-chave de toda a filosofia do Shorinjikempo: ``a pessoa, a pessoa: tudo depende da pessoa.


Esta frase, apesar de simples, traduz no essencial aquilo a que se resume o Shorinjikempo: a transformação das pessoas para melhor. Através do treino físico, da compreensão, confiança e ajuda mútua que são necessárias para treinar, os praticantes adquirem uma percepção diferente do mundo e dos outros seres humanos, deixando para trás o egoísmo e o outros seres humanos, deixando para trás o egoísmo e o individualismo e adoptando comportamentos de camaradagem e compreensão.


Na cidade de Tadotsu, Kaiso fundou o seu primeiro dojo (local de prática). Se bem que com alguma dificuldade inicial em cativar alunos, ao fim de alguns anos o Shorinjikempo era já praticado em diversas localidades e, na década de 60, quase todo o território do Japão possuía praticantes.


Em breve o Shorinjikempo se espalhou a países vizinhos da Ásia e, a meio da década de 70, impulsionado pela febre das artes marciais, o Shorinjikempo chegou finalmente ao mundo ocidental.


Actualmente está presente em 32 países, abrangendo os 5 continentes. Tem uma presença muito forte na Europa, havendo praticantes nos principais países europeus.


Em Portugal, o Shorinjikempo iniciou-se em 1974-75, com a vinda para Lisboa de alunos do Mestre So Doshin. Em pouco tempo o Shorinjikempo tornou-se uma das principais actividades do Clube Atlético de Alvalade, granjeando alunos a grande ritmo.


Após alguns anos, os Mestres japoneses decidiram regressar à sua terra natal e entregar os destinos do Shorinjikempo português àqueles que haviam demonstrado dedicação e capacidade de liderança. O Mestre Carlos Ramires (presentemente 5º Dan) que continua a ser o português mais graduado em Shorinjikempo, assumiu desde muito cedo esse desafio.


Hoje em dia, o Shorinjikempo encontra-se representado por 6 Associações.


A Federação Portuguesa de Shorinjikempo foi fundada em 1997, nascida de um desejo de expansão. Desde aí tem vindo a tentar aumentar a divulgação da arte, havendo já neste momento dojos a funcionar fora do Distrito de Lisboa, nomeadamente nos Distritos de Santarém e Leiria.


Ao contrário de outras artes marciais que se enquadram nos desportos de combate, o Shorinjikempo mantém-se unido em todo o mundo, sendo coordenado pela WSKO ( World Shorinjikempo Organization). Desse modo, não existem correntes separadas derivadas da nossa arte e qualquer praticante que entre num dojo noutro país encontrará a mesma forma de treinar, as mesmas técnicas e pessoas com espírito semelhante.


O intuito do Shorinjikempo não é o de proporcionar rendimentos financeiros aos seus mestres nem organizar torneios para avaliar quem é mais forte ou mais rápido. Pelo contrário, o seu objectivo principal é formar as pessoas através do treino da mente e do corpo, fazendo aumentar a sua auto-estima, confiança, camaradagem e espírito de entreajuda.

Horários:

Infantil: Sábados das 10:00 - 12:00

Adultos: 3ª e 5ª das 21:00 - 22:30

Preçário :

Inscrição: € 15,00

Infantil: € 15,00

Adultos: € 26,00

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Sevilhanas  (Danças) Inserido Friday 10 August 2007 14:14

 

As Sevilhanas, tal como o nome indica, são constituídas pela música e pela dança típicas de Sevilha. A sua graciosidade, vivacidade e dinamismo reflectem-se no toque da guitarra, no bater das palmas que acompanham as saias a rodar e os tacões a solarem no palco, com a força de um sentimento puro.


A Sevilhana teve origem na baixa Andaluzia, tornando-se na alma das reuniões e festas dessa região. No entanto, a sua origem remonta ao século XIX, constituindo-se numa dança popular, alegre e jovial do povo dessa região. A sua popularidade foi-se estendendo a muitas outras regiões de Espanha e inclusive a outros países. A partir dos anos 60 do século XX, esta dança renasceu não só com novas músicas que foram sendo compostas para ela, como ainda se assistiu a uma proliferação de novos grupos e a publicações de trabalhos sobre o assunto.


A sevilhana é uma dança de par. Normalmente o par é composto por homem e mulher, mas é igualmente comum ver-se duas mulheres a dançar. A dança é feita em séries de quatro e cada uma é coreografada de forma diferente, levando o nome da sua posição cronológica: “primeira”, “segunda”, “terceira” e “quarta”. As quatro coplas (ou partes) são executadas consecutivamente, existindo apenas um breve intervalo musical de silêncio ou de estribilho entre elas.


Cada uma das quatro sevilhanas compõe-se de passos standard e que permitem ao espectador identificar de imediato qual delas se está a dançar. Assim, e segundo as suas características dominantes, pode-se dizer que a primeira é a das passadas seguidas, a segunda é a da roda, a terceira é a do sapateado e a quarta a dos careos. Em cada uma das coplas, existem o mesmo número de compassos e de final, só a introdução é diferente.


Assim, os movimentos dominantes são os “paseos”, as “pasadas”, os “remates” e os “careos”. No último compasso do canto, a música e a dança cessam simultaneamente, adoptando-se, para os que estão a dançar, uma pose provocadora e garbosa, dada a sua característica de “baile de galanteo”.


Contudo, é muito difícil falar de uma maneira única de dançar a sevilhana, já que a dança não está sujeita a regras que impeçam a iniciativa e criatividade de cada um. Este “baile andaluz”, é uma dança temperamental que exige uma grande parte de improvisação nos movimentos e gestos, cabendo a cada bailarino dar o seu toque pessoal, colocando a tónica na graça - quando dançam duas mulheres -, no salero ou na sensualidade, quando o par é misto.


As sevilhanas tratam-se de uma forma de expressão corporal na qual o olhar constitui a mais alta forma de sedução.


Estrutura Musical:

Flamenco e sevilhanas não podem negar o seu parentesco. As sevilhanas têm origem no folclore popular andaluz (concretamente de Sevilha), têm um ritmo e estrutura fixos; o flamenco tem origem na fusão de várias culturas (árabe, cigana, judia, etc) e tem diversos estilos – chamados “palos” – conforme a sua localidade de origem.


A linha divisória entre o flamenco e o folclore, é, por vezes, muito ténue. As sevilhanas movem-se nessa ténue fronteira, mantendo porém a sua essência popular, mas sem renunciar à riqueza expressiva do flamenco.


Musicalmente, a sevilhana caracteriza-se por uma melodia alegre que se acompanha com vigor sobre um ritmo rápido. A sevilhana pode ser puramente instrumental, mas o que acontece mais frequentemente é ser a voz a executar a melodia. O seu acompanhamento pode realizar-se com instrumentos variados, como por exemplo, a guitarra, as castanholas ou a pandeireta, que produzem a percussão, e podem ainda ser reforçadas ou substituídos pelas palmas.


Embora a sua estrutura musical e coreográfica seja sempre a mesma, existem diferentes formas para designar as sevilhanas: “boleras”, “corraleras”, “litúrgicas”, “de feria” ou “rocieras”.


A sevilhana é um canto com copla e os temas das coplas ressaltam dos aspectos que caracterizam o andaluz; o sentimento expressado é festivo e amoroso, com grande queda para o humor.

 

Horários:

6ª das 21:00 - 22:15

Preçário:

Inscrição: € 15,00

Mensalidade: € 35,00

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Ginástica Localizada  (Ginástica) Inserido Friday 10 August 2007 14:11

Tem por objectivo proporcionar uma boa forma física, uma vez que engloba várias formas de treino para um melhor desenvolvimento das qualidades físicas e psíquicas.


Há uma selecção e variação dos exercícios em função dos grupos, sempre acompanhados de boa música e diversão.


Visa o aumento de resistência e definição muscular ajudando a perda de gorduras localizadas

 

Horários:

3ª e 5ª das 20:00 - 20:45

Preçário:

Inscrição: € 17,00

Mensalidade: 1x € 20,00 // 2x € 30,00

 

Outras modalidades ministradas pelo mesmo professor

HIP-HOP / STRECHING / BODY COMBAT / SALSA LATINA

BÓNUS 50% NA 2ª MODALIDADE

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Ginástica Educativa (3-5 anos)  (Ginástica) Inserido Friday 10 August 2007 14:06

A criança ao longo do seu desenvolvimento vai estabelecendo relações com o seu corpo, com o outro e com o mundo envolvente, este intercâmbio vai ser fundamental, para o desenrolar do seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.


Ao entrar numa classe de Ginástica Educativa, a criança já possui algumas aquisições básicas, tais como andar, transportar obstáculos, manipular objectos de forma mais ou menos precisa.


Tendo em conta o desenvolvimento motor da criança, a Ginástica Educativa deve proporcionar ocasiões de exercício da motricidade grossa e também da motricidade fina, de modo a permitir que todas e cada uma aprendam a utilizar e a dominar melhor o seu próprio corpo.


A diversificação de formas de utilizar e sentir o corpo (trepar, correr e outras formas de locomoção, bem como deslizar, baloiçar, rodopiar, saltar a pés juntos ou a um pé ...) podem dar lugar a situações de aprendizagem em que há um controlo voluntário desse movimento (iniciar, parar, seguir vários ritmos e várias direcções), a capacidade de estar quieto e de se relaxar fazem também parte deste trabalho.


A exploração de diferentes formas de movimento permite ainda tomar consciência dos diferentes segmentos do corpo, das suas possibilidades e limitações, facilitando a progressiva interiorização do esquema corporal e também a tomada de consciência do corpo em relação ao exterior (esquerda, direita, em cima, em baixo ...). É situando o seu próprio corpo que a criança aprende as relações no espaço.


O ritmo, os sons exteriores e produzidos pelo seu próprio corpo ajudam a solidificar todo o processo de desenvolvimento na criança.


Os jogos de movimento com regras progressivamente mais complexas são ocasiões de controlo motor e de socialização, de compreensão e aceitação das regras e de alargamento da linguagem.


Todas estas situações permitem que a criança aprenda a utilizar melhor o seu corpo e vá progressivamente interiorizando a sua imagem. Permitem igualmente que vá tomando consciência de condições essenciais para uma vida saudável.


Objectivos:
· Desenvolver na criança as habilidades motoras fundamentais· Desenvolver na criança regras de socialização· Desenvolver na criança o gosto pela actividade física· Promover um ambiente motivante e de aprendizagem

Material:
Equipamento camisola, calção ou calça de fato de treino e sapatilhas de ginástica

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