Página Inicial Data de criação : 07/08/02 / Última actualização : 08/04/18 18:28 / 34 Artigos publicados
 

Shorinjikempo (Artes Marciais) Inserido Monday 13 August 2007 12:34

Blogue de cdsdr : CDSDR, Shorinjikempo

O Shorinjikempo, mais do que uma arte marcial ou um conjunto de Técnicas elaboradas para permitir o combate, é uma filosofia de vida.


O seu fundador, Kaiso So Doshin (cujo nome de família era Nakano Michiomi), foi instruído em artes marciais pelo seu avô enquanto criança, tendo ainda em jovem viajado para a Manchúria (China), na altura ocupada pelo Exército Imperial Japonês. Aí, enquanto militar ao serviço da sua pátria, aprendeu diversas artes marciais chinesas e entrou em contacto com filosofias diferentes daquelas que lhe haviam sido ensinadas no Japão.


Era o tempo da 2ª Guerra Mundial. O Japão foi humilhantemente derrotado pelos Estados Unidos em 1945, com o lançamento de duas bombas atómicas e a posterior invasão do território com tropas.


Os valores ocidentais dos Americanos eram, no entanto, muito diferentes da tradição japonesa. As constantes violações de direitos humanos por parte do exército ocupante, a não compreensão por esse exército do modo de vida japonês e a própria escassez de alimentos e condições de subsistência fizeram com que, em apenas alguns meses, a população japonesa se transformasse por completo.


A prostituição, os roubos e outra criminalidade eram uma constante no Japão de 1947, altura em que So Doshin regressou á sua aterra natal, após várias peripécias para conseguir escapar ao Exército Vermelho, depois da invasão pelos Soviéticos da Manchúria.


O nosso Fundador encontrou a terra que conhecia, mas as pessoas e os comportamentos que via não eram aqueles que esperava e tinha visto na sua infância. Analisou à luz dos seus conhecimentos e crenças filosóficas as causas da situação em que se encontrava o seu país e formulou a frase-chave de toda a filosofia do Shorinjikempo: ``a pessoa, a pessoa: tudo depende da pessoa.


Esta frase, apesar de simples, traduz no essencial aquilo a que se resume o Shorinjikempo: a transformação das pessoas para melhor. Através do treino físico, da compreensão, confiança e ajuda mútua que são necessárias para treinar, os praticantes adquirem uma percepção diferente do mundo e dos outros seres humanos, deixando para trás o egoísmo e o outros seres humanos, deixando para trás o egoísmo e o individualismo e adoptando comportamentos de camaradagem e compreensão.


Na cidade de Tadotsu, Kaiso fundou o seu primeiro dojo (local de prática). Se bem que com alguma dificuldade inicial em cativar alunos, ao fim de alguns anos o Shorinjikempo era já praticado em diversas localidades e, na década de 60, quase todo o território do Japão possuía praticantes.


Em breve o Shorinjikempo se espalhou a países vizinhos da Ásia e, a meio da década de 70, impulsionado pela febre das artes marciais, o Shorinjikempo chegou finalmente ao mundo ocidental.


Actualmente está presente em 32 países, abrangendo os 5 continentes. Tem uma presença muito forte na Europa, havendo praticantes nos principais países europeus.


Em Portugal, o Shorinjikempo iniciou-se em 1974-75, com a vinda para Lisboa de alunos do Mestre So Doshin. Em pouco tempo o Shorinjikempo tornou-se uma das principais actividades do Clube Atlético de Alvalade, granjeando alunos a grande ritmo.


Após alguns anos, os Mestres japoneses decidiram regressar à sua terra natal e entregar os destinos do Shorinjikempo português àqueles que haviam demonstrado dedicação e capacidade de liderança. O Mestre Carlos Ramires (presentemente 5º Dan) que continua a ser o português mais graduado em Shorinjikempo, assumiu desde muito cedo esse desafio.


Hoje em dia, o Shorinjikempo encontra-se representado por 6 Associações.


A Federação Portuguesa de Shorinjikempo foi fundada em 1997, nascida de um desejo de expansão. Desde aí tem vindo a tentar aumentar a divulgação da arte, havendo já neste momento dojos a funcionar fora do Distrito de Lisboa, nomeadamente nos Distritos de Santarém e Leiria.


Ao contrário de outras artes marciais que se enquadram nos desportos de combate, o Shorinjikempo mantém-se unido em todo o mundo, sendo coordenado pela WSKO ( World Shorinjikempo Organization). Desse modo, não existem correntes separadas derivadas da nossa arte e qualquer praticante que entre num dojo noutro país encontrará a mesma forma de treinar, as mesmas técnicas e pessoas com espírito semelhante.


O intuito do Shorinjikempo não é o de proporcionar rendimentos financeiros aos seus mestres nem organizar torneios para avaliar quem é mais forte ou mais rápido. Pelo contrário, o seu objectivo principal é formar as pessoas através do treino da mente e do corpo, fazendo aumentar a sua auto-estima, confiança, camaradagem e espírito de entreajuda.

Horários:

Infantil: Sábados das 10:00 - 12:00

Adultos: 3ª e 5ª das 21:00 - 22:30

Preçário :

Inscrição: € 15,00

Infantil: € 15,00

Adultos: € 26,00

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Sevilhanas (Danças) Inserido Friday 10 August 2007 14:14

Blogue de cdsdr : CDSDR, Sevilhanas

 

As Sevilhanas, tal como o nome indica, são constituídas pela música e pela dança típicas de Sevilha. A sua graciosidade, vivacidade e dinamismo reflectem-se no toque da guitarra, no bater das palmas que acompanham as saias a rodar e os tacões a solarem no palco, com a força de um sentimento puro.


A Sevilhana teve origem na baixa Andaluzia, tornando-se na alma das reuniões e festas dessa região. No entanto, a sua origem remonta ao século XIX, constituindo-se numa dança popular, alegre e jovial do povo dessa região. A sua popularidade foi-se estendendo a muitas outras regiões de Espanha e inclusive a outros países. A partir dos anos 60 do século XX, esta dança renasceu não só com novas músicas que foram sendo compostas para ela, como ainda se assistiu a uma proliferação de novos grupos e a publicações de trabalhos sobre o assunto.


A sevilhana é uma dança de par. Normalmente o par é composto por homem e mulher, mas é igualmente comum ver-se duas mulheres a dançar. A dança é feita em séries de quatro e cada uma é coreografada de forma diferente, levando o nome da sua posição cronológica: “primeira”, “segunda”, “terceira” e “quarta”. As quatro coplas (ou partes) são executadas consecutivamente, existindo apenas um breve intervalo musical de silêncio ou de estribilho entre elas.


Cada uma das quatro sevilhanas compõe-se de passos standard e que permitem ao espectador identificar de imediato qual delas se está a dançar. Assim, e segundo as suas características dominantes, pode-se dizer que a primeira é a das passadas seguidas, a segunda é a da roda, a terceira é a do sapateado e a quarta a dos careos. Em cada uma das coplas, existem o mesmo número de compassos e de final, só a introdução é diferente.


Assim, os movimentos dominantes são os “paseos”, as “pasadas”, os “remates” e os “careos”. No último compasso do canto, a música e a dança cessam simultaneamente, adoptando-se, para os que estão a dançar, uma pose provocadora e garbosa, dada a sua característica de “baile de galanteo”.


Contudo, é muito difícil falar de uma maneira única de dançar a sevilhana, já que a dança não está sujeita a regras que impeçam a iniciativa e criatividade de cada um. Este “baile andaluz”, é uma dança temperamental que exige uma grande parte de improvisação nos movimentos e gestos, cabendo a cada bailarino dar o seu toque pessoal, colocando a tónica na graça - quando dançam duas mulheres -, no salero ou na sensualidade, quando o par é misto.


As sevilhanas tratam-se de uma forma de expressão corporal na qual o olhar constitui a mais alta forma de sedução.


Estrutura Musical:

Flamenco e sevilhanas não podem negar o seu parentesco. As sevilhanas têm origem no folclore popular andaluz (concretamente de Sevilha), têm um ritmo e estrutura fixos; o flamenco tem origem na fusão de várias culturas (árabe, cigana, judia, etc) e tem diversos estilos – chamados “palos” – conforme a sua localidade de origem.


A linha divisória entre o flamenco e o folclore, é, por vezes, muito ténue. As sevilhanas movem-se nessa ténue fronteira, mantendo porém a sua essência popular, mas sem renunciar à riqueza expressiva do flamenco.


Musicalmente, a sevilhana caracteriza-se por uma melodia alegre que se acompanha com vigor sobre um ritmo rápido. A sevilhana pode ser puramente instrumental, mas o que acontece mais frequentemente é ser a voz a executar a melodia. O seu acompanhamento pode realizar-se com instrumentos variados, como por exemplo, a guitarra, as castanholas ou a pandeireta, que produzem a percussão, e podem ainda ser reforçadas ou substituídos pelas palmas.


Embora a sua estrutura musical e coreográfica seja sempre a mesma, existem diferentes formas para designar as sevilhanas: “boleras”, “corraleras”, “litúrgicas”, “de feria” ou “rocieras”.


A sevilhana é um canto com copla e os temas das coplas ressaltam dos aspectos que caracterizam o andaluz; o sentimento expressado é festivo e amoroso, com grande queda para o humor.

 

Horários:

6ª das 21:00 - 22:15

Preçário:

Inscrição: € 15,00

Mensalidade: € 35,00

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Ginástica Localizada (Ginástica) Inserido Friday 10 August 2007 14:11

Tem por objectivo proporcionar uma boa forma física, uma vez que engloba várias formas de treino para um melhor desenvolvimento das qualidades físicas e psíquicas.


Há uma selecção e variação dos exercícios em função dos grupos, sempre acompanhados de boa música e diversão.


Visa o aumento de resistência e definição muscular ajudando a perda de gorduras localizadas

 

Horários:

3ª e 5ª das 20:00 - 20:45

Preçário:

Inscrição: € 17,00

Mensalidade: 1x € 20,00 // 2x € 30,00

 

Outras modalidades ministradas pelo mesmo professor

HIP-HOP / STRECHING / BODY COMBAT / SALSA LATINA

BÓNUS 50% NA 2ª MODALIDADE

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Ginástica Educativa (3-5 anos) (Ginástica) Inserido Friday 10 August 2007 14:06

Blogue de cdsdr : CDSDR, Ginástica Educativa (3-5 anos)

A criança ao longo do seu desenvolvimento vai estabelecendo relações com o seu corpo, com o outro e com o mundo envolvente, este intercâmbio vai ser fundamental, para o desenrolar do seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.


Ao entrar numa classe de Ginástica Educativa, a criança já possui algumas aquisições básicas, tais como andar, transportar obstáculos, manipular objectos de forma mais ou menos precisa.


Tendo em conta o desenvolvimento motor da criança, a Ginástica Educativa deve proporcionar ocasiões de exercício da motricidade grossa e também da motricidade fina, de modo a permitir que todas e cada uma aprendam a utilizar e a dominar melhor o seu próprio corpo.


A diversificação de formas de utilizar e sentir o corpo (trepar, correr e outras formas de locomoção, bem como deslizar, baloiçar, rodopiar, saltar a pés juntos ou a um pé ...) podem dar lugar a situações de aprendizagem em que há um controlo voluntário desse movimento (iniciar, parar, seguir vários ritmos e várias direcções), a capacidade de estar quieto e de se relaxar fazem também parte deste trabalho.


A exploração de diferentes formas de movimento permite ainda tomar consciência dos diferentes segmentos do corpo, das suas possibilidades e limitações, facilitando a progressiva interiorização do esquema corporal e também a tomada de consciência do corpo em relação ao exterior (esquerda, direita, em cima, em baixo ...). É situando o seu próprio corpo que a criança aprende as relações no espaço.


O ritmo, os sons exteriores e produzidos pelo seu próprio corpo ajudam a solidificar todo o processo de desenvolvimento na criança.


Os jogos de movimento com regras progressivamente mais complexas são ocasiões de controlo motor e de socialização, de compreensão e aceitação das regras e de alargamento da linguagem.


Todas estas situações permitem que a criança aprenda a utilizar melhor o seu corpo e vá progressivamente interiorizando a sua imagem. Permitem igualmente que vá tomando consciência de condições essenciais para uma vida saudável.


Objectivos:
· Desenvolver na criança as habilidades motoras fundamentais· Desenvolver na criança regras de socialização· Desenvolver na criança o gosto pela actividade física· Promover um ambiente motivante e de aprendizagem

Material:
Equipamento camisola, calção ou calça de fato de treino e sapatilhas de ginástica

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Mabuni Shito-Ryu Karate Do (Artes Marciais) Inserido Friday 10 August 2007 13:55

Blogue de cdsdr : CDSDR, Mabuni Shito-Ryu Karate Do

Desde a antiguidade em três lugares de OKINAWA: Shuri, Naha e Tomari, existiram a maior parte dos mais famosos karatecas e aí floresceram os estudos da Arte, ainda que em grande segredo, pelo que não existem Dojos abertos ao público.


Geralmente a classe social dos Samurai também não precisa de estudar Karaté; apenas aqueles que realmente o queriam procuravam um bom mestre com o qual aprendiam. Por isso, na antiguidade não existia o conceito de RYU (escola) nem mestres que dessem nome a uma delas. Por esse motivo, os katas tinham o nome do grande mestre que oa criou ou transformou, por exemplo: Matsumura no Passai ou Itosu no Passai.


Dois desses grandes mestres foram ITOSU da cidade de shuri e HUGAONNO da cidade de Naha. O karaté recebia o nome do lugar e daí nasceu a classificação de Shuri-Te (mão de shuri) ou Naha-Te (mão de Naha). Em ambos os estilos os Katas eram diferentes e os seus conteúdos mostravam características bem diferenciadas.


O fundador do SHITO-RYU, Kenwa Mabuni, nos seus começos estudou com o mestre Itosu de Shuri e com o Mestre Higaonna de Naha, na companhia do Mestre Miyagi (fundador da Escola Goju-Ryu), adquirindo grandes conhecimentos de ambos.


Kenwa estudou Artes marciais em Okinawa, noutras escolas importantes. Estudou ainda BO e SAI com o Mestre Aragaki. Kenwa chamou a escola SHITO-RYU, juntando o primeiro ideograma do nome de cada mestre ITO (que se pode ler SHI) e HIGA (que se pode ler TO).


Tecnicamente o SHITO-RYU caracteriza-se por equilibrio perfeito entre a força e a maleabilidade, por uma grande mobilidade e trabalho de esquiva aliados a grande velocidade de execução e precisão de impactos.

 

Que é o « Karaté » ?
Vamos procurar responder a esta pergunta com a maior justeza e objectividade possível.


Para o grande público, o Karaté está geralmente ligado a uma imagem de violência. A do super- homem, de mãos duras como o aço, com as quais parte tijolos e pranchetas de madeira.


Não há, de facto, nada de extraordinário nesta espécie de proeza, que qualquer homem normalmente constituído é capaz de fazer, com a condição de saber fechar correctamente o punho e de libertar as inibições psicológicas, a principal das quais é o medo.


Na realidade, estes exercícios constituem somente uma parte ínfima do Karaté.
Para todos que o praticam, esta arte marcial é mais uma arte de viver. Procura, ao mesmo tempo, o equilíbrio do corpo e o do espírito. Para atingir este objectivo, para descobrir todas as facetas do Karaté simultaneamente desporto, disciplina e arte marcial, é preciso trabalhar durante muito tempo, mesmo muito tempo.


O Karaté é antes de tudo uma arte marcial. O adjectivo «marcial» vem de Marte, deus da guerra na mitologia romana. Os homens que o criaram não dispunham senão do corpo para combater inimigos armados. É o que lembra, aliás o significado literal do termo Karaté, pois em japonês Kara quer dizer «vazia» e té quer dizer «mão».


Numa época em que a paz do mundo depende da utilização de um pequeno botão vermelho não tem, evidentemente, já qualquer utilidade ensinar o Karaté aos militares para eles combaterem o invasor com as mãos vazias. Também não se recomenda aos adeptos do Karaté que ponham em prática os seus conhecimentos para «punirem» o vizinho que tem a televisão a trabalhar a toda a força.


Pelo contrário, os conhecimentos em questão podem ser-lhes muito úteis para resistir a uma agressão à traição, à noite, ao fundo de uma rua escura.


A técnica de guerra tornou-se, com o tempo, um método de combate, ou, mais exactamente, de autodefesa, pois uma das regras de ouro do Karateka (o que pratica o Karaté) é de nunca ser ele a bater primeiro; por outras palavras, se ninguém o provocou. De resto, a expressão «arte marcial» perdeu, ao longo dos séculos, o sentido literal que tinha originalmente, para passar a traduzir mais o aspecto de «método de autodefesa» do Karaté.


Segundo faceta do «Karaté»: a disciplina. Disciplina de vida, do corpo e igualmente do espírito.


Disciplina do corpo porque, seja qual for a intensidade que imprimimos aos movimentos dos punhos e dos pés, o Karaté é uma cultura física muito completa, que obriga a trabalhar todos os músculos do corpo em perfeita harmonia. Uma cultura física que tem a vantagem, que não é de desprezar, de não ser rebarbativa. Convém tanto às crianças como às mulheres e a pessoas já de certa idade, para as quais os esforços demasiado violentos nem sempre são recomendáveis.

Disciplina do espírito também, mesmo se não procuramos especialmente o estado superior que é o objectivo dos filósofos ou dos místicos mas mais simplesmente uma certa pureza, serenidade, domínio e a confiança que proporcionam os exercícios do corpo. Seja qual for o nível de «elevação» procurado, é necessário fazermos o esforço de nos despojarmos de todas as preocupações, de toda a nossa agressividade, criar em si o vazio. O «vazio» que se encontra no «Kara» do Karaté, pois o significado do termo não é simplesmente «mão vazia» de qualquer intenção beliciosa.


Terceiro e ultimo aspecto do «Karaté»: o desporto. Os puristas, os «ultras», consideram que a competição é uma «poluição» do espírito do Karaté na medida em que o vencedor poderá pretender ser superior ao seu adversário e não dará portanto provas de humildade. Tudo depende com efeito da forma de aprender o Karaté e a vida: conhecem-se campeões que são modelos de modéstia e “ eternos segundos “ que atiram sempre para cima do árbitro, do público ou do sorteio a responsabilidade das suas derrotas.


Se é desejável não fazer da competição um fim em si mesma, pode considerar-se contudo, que ela é de certo modo “o minuto “ da verdade que permite fazer o ponto, perante um adversário cujo estilo pouco importa medir aquilo que se aprendeu e o que falta aprender... Mesmo se ganhou. Pois a perfeição não existe no Karaté ela afasta-se sempre um pouco mais á medida que dela nos aproximamos.


Os Benefícios do Karaté

 

Benefícios que a prática do Karaté trás ao organismo humano

1ª Parte: (Continuação do Bis Nº 3)


Fases cronológicas da idade
No adolescente, os três elementos considerados (somático, psíquico e de convivência) têm uma metamorfose especial e, ainda que persistam, seu grau de importância varia. Assim na área física uma vez finalizado ou quase pronto o desenvolvimento da pessoa, pouco ou nada varia, a não ser para aumentar a sua potência musculação capacidade de resistência, etc.


Em compensação os aspectos psicológicos e de comportamento têm grande importância ante todas as dúvidas que aparecem na vida do individuo nesta época. A desorientação profissional, a frequente ruptura de gerações com um desejo prematuro de emancipação as dificuldades inerentes á sociedade actual, unidas ás primeiras experiências com álcool, sexo, etc.


São elementos perturbadores com que a adolescencia se depara. Portanto conseguir um máximo equilíbrio psicológico nesta época, é o melhor que o Karaté pode conferir aos seus jovens praticantes.


As duas últimas fases consideradas têm linhas de transição pouco marcadas e assim os benefícios misturam-se em maior ou menor medida, de acordo com os indivíduos.


Na plena juventude, o Karaté ajuda ainda mais a potencia a capacidade física: muscular respiratória cardíaca etc. Será aperfeiçoado seu controle e aproveitará ao máximo as suas possibilidades.


É a época da competição. O indivíduo mede-se com os seus iguais e se auto-realiza na prática total: ou consegue a maior auto-estima no aperfeiçoamento da arte.


Do ponto de vista gráfico a sua entrega ao desporto condiciona certas limitações positivas contra certos hábitos nocivos; tabaco, álcool, etc.Psicologicamente e independente dos benefícios obtidos até este momento, esta plenitude traduz-se em um equilíbrio de resposta frente a situações de stress da vida quotidiana.
Na ultima fase considerada devemos assinalar antes de mais nada a grande diferença existente entre aquele grupo de indivíduos que sempre praticam desporto especialmente alguma Arte Marcial outras pessoas que pela primeira vez chegaram a um ginásio.


Para estes últimos o grande problema será a falta de hábito a inconstância e o abandono a curto prazo quase sem tempo de constatar os benefícios e qualidades.


Para o outro grupo já veterano a passagem de tempo condiciona-os e de alguma forma os impede de abandonar a prática. Através do Karaté vão conseguir atrasar a acção deteriorante dos anos conservando o tónus muscular, a agilidade o sentido de equilíbrio resistência etc.


A camaradagem e o trabalho com individuos de outras idades mantém-nos integrados numa via desportiva com benefícios psicológicos ajudando não apenas a comprar saúde para as suas artérias contra a obesidade como desintoxicante dos conflitos domésticos, profissionais, etc.


Por último a experiência acumulada nos anos de prática permitirá obter algo mais importante que será a aproximação do conhecimento das suas próprias capacidades, limitações e identidade.

 

Horários:

2ª e 6ª das 18:30 - 21:30 // 4ª das 18:30 - 20:30

 

Preçário:

Inscrição: € 22,50 - mensalidade: € 32,50

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